Sexta-feira, 14 de setembro de 2012, hoje nos reunimos depois de duas semanas de saudades. Na sexta-feira 31 de agosto tivemos uma festa para nos despedirmos das estudantes de pedagogia que vieram a nossa sala para estagiar, e na sexta seguinte foi feriado por isso já estávamos todos esperando com carinho a hora de nos reencontrarmos para conversar, ler, desenhar e brincar. No período que ficamos sem nos reunir, vario participantes fizeram desenhos lindos que iremos postando para você que visita esse nosso espaço.
Hoje, conversamos sobre o fato de que há muitas formas de se contar uma história. Pode ser em forma de imagens, música, documentos, notícias, em uma conversa, em verso e prosa...
E para exemplificar lemos duas histórias de amor contadas em versos rimados. Uma tinha um final feliz daqueles que alegram o dia da gente, a outra se pensar bem nem chegava a ter um final, ficava o pobre do apaixonado esperando com medo de tudo insistir em dar errado. Você pode ler essas histórias nas postagens “A borboleta Marieta e o beija-flor ZecaTrombeta, um amor de romance” (SCHILLER, Cláudia. A borboleta Marieta e o beija-flor ZecaTrombeta, uma amor de romance Ed. Difel. São Paulo. 1986) e "Hein?!?" ( VERISSIMO, Luis Fernando. Poesia numa hora dessas?! Ed.Objetiva. Rio De Janeiro. 2002. ).
Precisamos contar que “Hein?!?” é um título que demos a postagem aqui do blog, que o Luis Fernando Veríssimo resolveu que ia deixar o Poema/história de amor dele sem título mesmo. E pode? Foi a dúvida que surgiu e nós conversamos e concluímos que pode sim.Achamos que a arte diz respeito aos sentimentos, a linguagem e a criatividade. Pareceu-nos que esses são melhores quando livres e espontâneos. A arte seja qual for a linguagem que assuma não deve ficar presa em regras. Então se o artista quiser pode deixar a sua obra sem titulo e quem quiser pode até dar um nome ou apelido a ela.
Depois que lemos as historias resolvemos que iríamos escrever também uma história em verso. Fizemos a história juntos, cada um acrescentando uma idéia, uma rima, um jeito de colocar as palavras como uma brincadeira de quebra-cabeça. Foi muito divertido e a história ficou muito boa. Mas, nossa história em verso não é de amor, é de terror. Você pode ir lá na postagem “Os mortos” para conferir. A Thaís e a Ana Lires se animaram e também escreveram “ Cadê o meu caixão?”, uma história de dar medo.
Todos estavam com vontade de saber um pouquinho mais sobre as peripécias do Fernando, o personagem do livro “O menino do espelho” do Fernando Sabino, por isso decidimos deixar um tempinho todas as sextas para lermos um capitulo dessa obra.
Depois nós fomos brincar na pracinha ao lado da escola, e como tinham alguns interessados no Livro “Poesia numa hora dessas?!” , lemos juntos o Poema “SSSHHH!” enquanto os outros brincavam ou jogavam futebol. Como aqueles de nós que leram o poema achou muito legal resolvemos postar aqui na Sexta da leitura também, assim tanto você, querido visitante, quanto nossos colegas que estavam brincando poderão conhecer se quiserem essa interessante história de quando Deus tentou esclarecer as coisas todas...
E foi assim nossa reunião de hoje, esperamos que você que tem nos acompanhado estejam gostando tanto do blog quanto estamos gostando dos nossos encontros!
Até o próximo relatório!
Abração gigante da galera do quinto ano B!
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