sábado, 29 de setembro de 2012

Imagine o impossível


Vamos fechar os olhos e imaginar o impossível
Qualquer coisa encantada
Qualquer coisa maluca
Qualquer realidade sonhada
Uma vaca bailarina
Uma bactéria de peruca
Um cachorro falante
Um jacaré skatista na maior adrenalina
Imagina o tamanho das meias de um elefante
Chuva cor de rosa
Monstro amigo
Flor amorosa
Xícara abrigo
Você tocando com as mãos o inatingível...
 
 

 


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Arrepiando os cabelos - Historias de terror e lendas urbanas


A tia de Porcelana - Gabriel Antonio Lima (12 anos)

Em um dia a tia de porcelana estava costurando com a sua boneca de porcelana ao lado.
Ela morreu dois dias depois de infarte, mas antes de morrer ela fez um pacto com o Diabo.
Cheia de ódio no coração ela pediu pra ele que quem possuir a boneca será amaldiçoado e morrerá do jeito que ela morreu.
Sua filha ficou com a boneca e com a máquina de costura. Todo o dia sua filha escuta a máquina de costura mexendo sozinha, e em uma sexta a máquina começou a mexer e a boneca lá com os olhos vermelhos mexendo a cabeça como sua antiga dona fazia quando estava costurando.
A filha da antiga dona estava tomando banho, quando do nada o espelho começou a sangrar e a moça morreu de susto.
A boneca e a máquina de costura ainda estão lá a solta, costurando...



O castelo mal assombrado - Débora Macêdo Borges - ( 9 anos )

Era uma vez um rei e sua mulher, eles já eram idosos e estavam doentes. A rainha já estava de cama e acabou falecendo, o rei ficou tão triste que se matou.
O castelo, 10 anos após a morte do rei e da rainha, começou a ficar mal assombrado. Os turistas entravam e ouviam a voz do rei, nunca mais ninguém colocou os pés lá dentro.
Até que muitos anpos depois, um casal e a mãe do homem foram morar lá. Asenhora era costureira e um mês depois deles irem morar lá morreu.
Depois da morte dela começaram a ouvir  máquina de costura dela funcionando.
O casal não se assustou e ficou lá vendo assombração. Muitos anos depois o casal morreu e ficou a ssombração deles.
Um dia, algumas crianças voltavam da escola e iam brincar lá no castelo assombrado. A engraçadinha da turma falava:
_ Ah! Isso não existe,  ha, ha, ha, fantasmas!!!
Ela sozinha foi lá e o fantasma pegou ela.
A lgumas crianças riram dela:
_ Ah! Eu te avisei...
Mas algumas gostavam dela  e choraram no seu enterro.
E nunca mais ninguém ouviu falar daquele castelo.
FIM.


As lendas - Nicolas Aparecido Ferraz de Souza ( 10 anos)

Era um menino chamado Vitor. Ele queria fazer um pacto com o Diabo, mas algo deu muito mal, ele não pode fazer. Ele queria ser inteligente nos tempos de escola.
No interior do Mato Grosso Do Sul, uma lenda muito popular era a de Carolina, que quando invocada revelava segredos e acontecimentos futuros. Para invocá-la era preciso que estivesse  sozinho em um banheiro com as luzes apagadas, então ao abrir a torneira deixando a água correr lentamente, com os olhos fixos no espelho, bastava dizer Carolina três vezes que a imagem de uma moça se formaria no espelho. Ela responderia qualquer pergunta e para que fosse embora era só molhar as mãos na água e jogar água no espelho.
A lenda era bastante popular mas quase ninguém tinha coragem de ficar sozinho no banheiro...



Uma história de medo - Ana Carolina Arnold (10 anos)

Uma casa de uma rua era bonita. Pessoas passavam em frente a casa e falavam que ela era bonita e devia ser cheia de amor. Mas eles não sabiam o que acontecia lá dentro da casa que tinha coisas velhas e bem antigas.
Tinha gente que falava que a casa era assombrada pelo espirito da costureira que morava lá e morreu. Os parentes dessa mulher venderam a casa e bem perto de lá tinha uma floresta, muitas pessoas morreram nessa floresta e quem morria lá era pendurado de ponta cabeça pelo espirito da costureira nas maiores árvores.
A casa era de madeira e tinha frestas na parede, e a casa não era murada. As pessoas batiam na porta para ver se tinha alguém morando lá, mas quem batia era jogado em um lago bem fundo pelo espirito da costureira.
Quem era jogado no lago pedia socorro mas ninguém escutava, o tempo parava e eles se afogavam.
Logo depois que as pessoas se afogavam elas viravam zumbis que se retorciam com as cabeças para trás. Um braço pra frente e o outro pra trás, as pernas bem esticadas e os pés virados.
Os Zumbis invadiram a cidade, isso aconteceu a noite e de dia asa pessoas que sobreviveram sairam da cidade.
Aí mesmo que a cidade ficou muito mais assombrada.
Morcegos nas árvores, calçados invísiveis fazendo barulho nas calçadas, mas ninguém mais ia na cidade, por que todos eles estavam com medo.
FIM.



 O grito da Bruxa - Jamile Salvatini Fakir (10 anos)

Dizem que havia uma mulher que enrolava os seus cabelos nos dedos das criancinhas, e o cabelo ia tirando as forças dos pezinhos das crianças.
Mas para se vingar uma bruxa tacou uma máquina de costura na cabeça da mulher má, e de felicidade que ela havia morrido a bruxa gritou assombrando os moradores das Ruinas De São Miguel.
Uma mulher assombrada que ouviu os gritos da bruxa mudou-se para cá no Mato Grosso Do Sul, e quando estava em sua casa nova ouviu uma batida no vidro de sua janela. Ela se assustou com as batidas misteriosas e achou que era o cádaver do marido da mulher má ( o já conhecido pelos moradores dali fantasma do japonês sem cabeça).
Mas para sua surpresa quando ela foi ver era apenas um pica-pau!!!

Blog fresta - Relatório de Encontro


 Sexta-feira 21/09/2012
Começamos nosso encontro conversando sobre as estatísticas de visitantes do blog. Ficamos muito empolgados ao constatarmos que esse  espaço que criamos e desenvolvemos com muito afeto já foi visto por pessoas de lugares muito distantes do Brasil e do mundo.
Saber disso despertou a nossa curiosidade, em um instante nossa sala de aula encheu-se de eletricidade e questionamentos: "Onde fica a Lituânia?", " Como o pessoal da Russia soube de nós?", "Tem Rei no Reino Unido?", Será que os alemães gostaram dos nossos desenhos?" "E os textos que escrevemos agradaram os americanos?" "Será que uma menina de sari colorido lá na India sentou na frente de seu monitor e enxergou um pouquinho do nosso mundo por essa fresta?"...
Resolvemos então fazermos uma reportagem sobre cada um desses lugares, decidimos então pesquisarmos aspectos diversos como a literatura, a musica, o turismo, a historia, a politica, as artes e tudo o mais que acharmos interessantes. Nos dividimos em equipes e cada grupo se comprometeu a descobrir informações sobre um país de origem dos nossos visitantes ( Estados Unidos, Russia, Lituânia, Reino Unido, Alemanha e India ). Depois disso cada equipe recebeu uma revista para dar uma olhada e observar como as reportagens são feitas, que linguagem usa, como as imagens ilustram e complementam os textos. Cada equipe escolheu um trecho de reportagem que achou interessante para ler aos colegas e conversarmos sobre como as idéias e informações são transmitidas em um texto jornalístico. É claro que essa observação irá nos dar alguma referência de escrita mas já adianto que nossas reportagens terão a nossa visão e o nosso jeito, espero que vocês gostem.
 Agora é só esperar nós concluirmos a etapa de pesquisa para você leitor poder conferir nossas reportagens sobre esses lugares todos.

Abraço bem grande da galera do quinto ano B!!!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Desenhos leitura e natureza - Emyli ( 10 anos)




Rede da leitura - Ana Carolina Arnold (10 anos)


O jeito que eu sou - Debora (9 anos)

O meu nome é Débora, eu tenho 9 anos, os meus colegas dizem que eu sou durona, que eu falo tudo o que eu penso, que eu não levo desaforo pra casa, mas ao mesmo tempo dizem que sou bem humorada.
Eu gosto de cantar, mesmo não cantando bem, e de tocar teclado.
As novelas que eu mais gosto são Rebeldes Brasil e Carrossel, os esportes que mais gosto são basquete, natação e volei. A atriz que mais gosto é a Lua Blanco ( Roberta- Rebeldes Brasil).
Eu amo a escola e o meu professor, ele é muito legal e engraçado.
Eu agradeço a você visitante do nosso blog que dedica alguns minutos do seu tempo a este espaço educacional. VALEU!!!

Debora Macêdo Borges

sábado, 15 de setembro de 2012

M- Vitor Eduardo ( 11 anos )

SSSHHH!

Pediram explicações a Deus e Deus decidiu
falar.
E Deus fez "SSSHHH!".
E todas as turbinas pararam.
E os Tornos.
E as grandes prensas e os geradores.
E o rumor das cataratas.
E o mar também silenciou.
E ouviu o Senhor que era bom.
E de novo fez "SSSHHH!".
E os ventos não assoviaram mais.
E as grandes manadas, temerosas de Deus,
Interrromperam seu tropel.
E os elefantes pisaram nas pontas dos pés.
E as baleias se aquietaram.
E as locomotivas.
E os tenores e as sopranos.
E tudo que no mundo é estriduloso silenciou.
E os pistões.
E as sinfônicas.
E os conjuntos de roque
leves e pesados.
E as buzinas.
E as descargas.
E os pregões da Bolsa.
E ouviu o Senhorque era bom.
Mas ainda não era o bastante.
E de novo fez "SSSHHH!".
e também os córregos silenciaram.
E os camelôs.
E os passarinhos.
E os homens.
E, a contragosto, as mulheres.
As fontes.
Os talheres nos pratos.
As xícaras nos pires.
As barrigas.
Os bebês.
E houve o silêncio completo.
Nem um murmúrio.
Nem um "Ai".
Nem um espirro.
Nem uma risadinha.
E ouviu o Senhor que era perfeito.
E, no grnade silêncio, Deus limpou a garganta
para explicar os seus desígnios. E por que
havia fome, e guerras, e terremotos, e enchentes,
e quem não tinha que morrer morria.
E preparou-se para falar.
E...
"Cric".
Um grilo.
"SSSHHH!", rugiu o Senhor.
"Cric", fez o grilo.
E "cric" de novo.
( Querendo dizer, certamente,
que a vida continua,
que não há tempo
para ficar aí remoendo e rerremoendo as coisa.
Ou, então,
simplesmente, "cric".)
E ninguém encontrava o Grilo.
E os bebês começaram a chorar
E as mães a ralhar.
E os passarinhos a cantar
E os camelôs.
E as buzinas.
Descargas.
Guitarras elétricas.
Sinfônicas.
Elefantes.
Cataratas.
Geradores.
Prensas Hidráulicas.
Turbinas a jato.
Vulcões.
Trovões.
E por cima da cacofonia do mundo Deus fez
para seus inquisitores um sinal com mímica
que queria dizer: " Agora não dá, me procurem
no fim que eu explico tudo!".

VERISSIMO, Luis Fernando. Poesia numa hora dessas?! Ed.Objetiva. Rio De Janeiro. 2002.

Hein?!?

Tentei dizer quanto te amava, aquela vez, baixinho,
mas havia um grande berreiro, um enorme burburinho
e, pensando bem, um berçário não é o melhor lugar.
Nós dois de fraldas, lado a lado
cada um recém chegado.

Tentei de novo, lembro bem , na escola.
Com um PS num pedido de cola
interceptado pela professora feito gavião.
Eu fui parar na diretoria
enquanto você, desalmada, ria
- curta é a vida, longa é a paixão.

Numa festinha, ah, suas festinhas, disse tudo:
" Te adoro, te venero, na tua frente fico mudo."
E você tomando goles de um silencioso Hi-Fi.
Só mais tarde eu atinei:
cheio de cuba e amor, me enganei.
Tinha dito tudo para o senhor seu pai.

Gravei, em vinte árvores, quarenta corações.
O teu nome e o meu, flechas, palpitações.
No mal-me quer, bem-me-quer, dizimei jardins.
Resultado: sou pessoa pouco grata
corrido aos gritos de "Mata!"
por ambientalistas e afins.

Recorri, desesperado, a um gesto obsoleto:
"Se não me seguram, faço um soneto!"
E não é que fiz, e até com boas rimas?
Mas você nem ficou sabendo.
Ele continua inédito, por você plangendo
- Mas fui premiado num concurso em Minas.

Comecei a escrever, com Pincel e Piche
em muros brancos, o asseio que se lixe,
todo o meu amor para a sua ciência.
Fui preso aos socos e fichado.
Dias e mais dias interrogado.
Era PC, PC do B ou outra dissidência?

Te escrevi com lágrimas, suor e mel
( você devia ver o estado do papel)
uma carta longa, linda e passional.
Como resposta nem uma cartinha.
Nem um cartão, nem uma linha!
Vá se confiar no correio nacional...

Com uma serenata, sim, uma serenata
como as do tempo da "Cabocla ingrata"
me declararia, respeitando a métrica.
Ardor, tenor, calçada enluarada
havia tudo sobre a sua sacada
menos tomada pra guitarra elétrica.

Decidi, então, botar a maior banca
e escrever no céu com fumaça branca:
" Te amo, assinado..." e meu nome bem legível.
Já tinha avião, coragem brevê
tudo para impressionar você...
Veio a crise do petróleo e faltou o combustível.

Ontem finalmente cheguei ao seu ouvido
e, na discoteca, em meio ao alarido
despejei o meu pobre coração.
Falei da devoção há anos entalada
e você disse: " Com essa Música não escuto nada!"
Curta é a vida, longa é a paixão.

Na velhice, num asilo, lado a lado
em meio a um silêncio abençoado
te direi tudo o que eu queria, meu bem.
Meu único medo é que então
empinando a orelha com a mão
você me responda... "Hein?"

VERISSIMO, Luis Fernando. Poesia numa hora dessas?! Ed.Objetiva. Rio De Janeiro. 2002.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A borboleta Marieta e o Beija-flor Zeca Trombeta, um amor de romance

A borboleta Marieta quase não saia de casa e nunca voava.

A borboleta Marieta não tinha amigos
 e vivia muito tristinha,
com as asas abaixadas,
sempre sozinha.
Por isso, a borboleta Marieta
as vezes ficava cinza,
outras horas ficava preta.

Raras foram as vezes que a borboleta Marieta ficou cor-de-rosa,
azul bebê,
amarelo claro...

Era mais fácil ela aparecer vermelha de raiva...

...Ou roxa de aflição!

Mas de verdade ela era transparente.

Num daqueles dias cinzentos, a borboleta Marieta,
tão encolhida de tristeza,
viu passar, num vôo raso, um beija-flor.

O beija-flor Zeca Trombeta
era meio cegueta.
Assim sem óculos, lá de cima,
ele achou que a borboleta Marieta
era uma flor cinzenta.

Para surpresa de Marieta,
o beija-flor Zeca Trombeta
deu de fazer vôos estranhos e cada pirueta!
A cada movimento, Marieta, sem perceber
mudava de cor,
até ficar branca de pavor!

Primeiro voar, depois beijar.
Zeca Trombeta só pensaa em namorar...

Num bailado complicado
e já muito ensaiado,
Zeca Trombeta baixou
e na borboleta Marieta, assustada,
um beijo pespegou.

A borboleta Marieta encantada,
Fez-se de todas as cores para o namorado e, emocionada
voou.

Não adiantava mesmo dizer para Zeca Trombeta
que Marieta era uma borboleta.
Ele sempre achou que ela era uma flor.
Ah! Nada como o amor...

Shiller, Cláudia. A borboleta Marieta e o beija-flor Zeca Trombeta, um amor de romance. Ed. Difel. São Paulo. 1986

Amor e terror em verso e prosa - Relatório de encontro


Sexta-feira, 14 de setembro de 2012, hoje nos reunimos depois de duas semanas de saudades. Na sexta-feira 31 de agosto tivemos uma festa para nos despedirmos das estudantes de pedagogia que vieram a nossa sala para estagiar, e na sexta seguinte foi feriado por isso já estávamos todos esperando com carinho a hora de nos reencontrarmos para conversar, ler, desenhar e brincar. No período que ficamos sem nos reunir, vario participantes fizeram desenhos lindos que iremos postando para  você que visita esse nosso espaço.
Hoje, conversamos sobre o fato de que há muitas formas de se contar uma história. Pode ser em forma de imagens, música, documentos, notícias, em uma conversa, em verso e prosa...
 E para exemplificar lemos duas histórias de amor contadas em versos rimados. Uma tinha um final feliz daqueles que alegram o dia da gente, a outra se pensar bem nem chegava a ter um final, ficava o pobre do apaixonado esperando com medo de tudo insistir em dar errado. Você pode ler essas histórias nas postagens “A borboleta Marieta e o beija-flor ZecaTrombeta, um amor de romance” (SCHILLER, Cláudia. A borboleta Marieta e o beija-flor ZecaTrombeta, uma amor de romance Ed. Difel. São Paulo. 1986) e "Hein?!?" ( VERISSIMO, Luis Fernando. Poesia numa hora dessas?! Ed.Objetiva. Rio De Janeiro. 2002. ).
Precisamos contar que “Hein?!?” é um título que demos a postagem aqui do blog, que o Luis Fernando Veríssimo resolveu que ia deixar o Poema/história de amor dele sem título mesmo. E pode? Foi a dúvida que surgiu e nós conversamos e concluímos que pode sim.Achamos  que a arte diz respeito aos sentimentos, a linguagem e a criatividade. Pareceu-nos que esses são melhores quando livres e espontâneos. A arte seja qual for a linguagem que assuma não deve ficar presa em regras. Então se o artista quiser pode deixar a sua obra sem titulo e quem quiser  pode até dar um nome ou apelido a ela.
Depois que lemos as historias resolvemos que iríamos escrever também uma história em verso. Fizemos a história juntos, cada um acrescentando uma idéia, uma rima, um jeito de colocar as palavras como uma brincadeira de quebra-cabeça. Foi muito divertido e a história ficou muito boa. Mas, nossa história em verso não é de amor, é de terror. Você pode ir lá na postagem “Os mortos” para conferir.  A Thaís e a Ana Lires se animaram e também escreveram “ Cadê o meu caixão?”, uma história de dar medo.
Todos estavam com vontade de saber um pouquinho mais sobre as peripécias do Fernando, o personagem do livro “O menino do espelho” do Fernando Sabino, por isso decidimos deixar um tempinho todas as sextas para lermos um capitulo dessa obra.
Depois nós fomos brincar na pracinha ao lado da escola, e como tinham alguns interessados no Livro “Poesia numa hora dessas?!” , lemos juntos o Poema  “SSSHHH!” enquanto os outros brincavam ou jogavam futebol. Como aqueles de nós que leram o poema achou muito legal resolvemos postar aqui na Sexta da leitura também, assim tanto você, querido visitante, quanto nossos colegas que estavam brincando poderão conhecer se quiserem essa interessante história de quando Deus tentou esclarecer as coisas todas...

 E foi assim nossa reunião de hoje, esperamos que você que tem nos acompanhado estejam gostando tanto do blog quanto estamos gostando dos nossos encontros!

Até o próximo relatório!

Abração  gigante da galera do quinto ano B!

Flor de ir embora



Flor de ir embora (Fátima Guedes)
Ilustração: Wilson ( 10 anos) e Ana Carolina (10 anos ) 

Flor de ir embora. 
É uma flor que se alimenta do que a gente chora.
Rompe a terra decidida.
Flor do meu desejo.
De correr o mundo afora.

Flor de sentimento.
Amadurecendo aos poucos a minha partida.
 Quando a flor abrir inteira.
 Muda a minha vida.
           
Esperei o tempo certo.
E lá vou eu.
  
E lá vou eu.
            
Flor de ir embora.
 Agora esse mundo é meu.



Buldog Invocado - Gabriel (11 anos )

Casa - Nicolas (10 anos )

Cadê o meu caixão?

Em uma noite terrível uma senhora estranha de preto está na beira da morte. Veio uma garotinha gritando "Você vai morrer..." e assuta a velha senhora que morre.
Ela vai parar no cemitério. Lá havia muitos mortos saindo dos túmulos a velha recém morta vai até os mortos e diz: " Cadê o meu caixão?"
" Está ao nosso lado." Respondem os mortos.
Então a senhora se deita no caixão, aí vem o final...
Isso era um simples sonho da velhinha que cochilava!

Thaís (12 anos) e Ana Lires (11 anos)

Os mortos

Em uma noite nublada, terrível...
Em uma cidade estranha
as pessoas viam coisas sobrenaturais, horrível...
O cemitério muito antigo tinha teias de aranha.

Os mortos levantaram das tumbas
e dançaram animados ao som de Thriller
Quando passavam  pelas ruas
os loucos do hospício e as pesoas das janelas foram ver.

Toda gente saiu de suas casas para dançar.
E até que os mortos dançavam bem
Aposto que eles poderiam até cantar
E nós, os vivos, daríamos os Parabéns!


Texto coletivo produzido pelos alunos do quinto ano vespertino da Escola Municipal Professora Irma De Lima Matos  (Maracaju - Mato Grosso do Sul)

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Se cada dia cai - Pablo Neruda

Se cada dia cai - Pablo Neruda
Se cada dia cai, dentro de cada noite,
há um poço
onde a claridade está presa.
há que sentar-se na beira
do poço da sombra
e pescar luz caída
com paciência.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

sábado, 25 de agosto de 2012

Chamando a atenção - Relatório de encontro

Relatório de encontro – Chamando a atenção

Sexta feira, 24 de agosto de 2012. Hoje tivemos nosso segundo encontro do projeto Brincar de ler. Nós ficamos muito satisfeitos ao vermos que a Sexta da leitura já foi visitada por muitas pessoas no Brasil e também nos Estados Unidos e Alemanha. No instante mesmo em que olhávamos as estatísticas de visualização havia 3 pessoas nos visitando. Por isso gostaríamos de agradecer a você leitor pela sua visita e dizer-lhe que é sempre bem vindo. Que sabermos que você está aí mundo afora partilhando conosco essa experiência nos enche o coração de alegria e orgulho!
 Conversamos sobre o fato de que ler bons textos é algo muito prazeroso. Que ao ler e escrever nos tornamos responsáveis por nossas próprias histórias, alimentamos nossa imaginação, conquistamos liberdade para criar, temos voz. Para dividirmos essa experiência com um número maior de pessoas decidimos que deveriamos chamar a atenção para esse espaço. Então pensamos em algumas formas de divulgarmos o blog, por enquanto tivemos duas idéias viáveis: Produzir cartazes com o endereço da Sexta da leitura para expormos no pátio da escola  e visitarmos as outras salas de aula para conversarmos com as crianças e professores sobre o projeto Brincar de Ler  e deixar o endereço para eles e seus familiares nos acessarem também.
A visita às outras salas como demanda uma organização anterior, pois temos que pedir aos professores das salas permissão e um horário em que possamos realizar essa visita sem atrapalhar a aula, iremos realizá-la assim que pudermos.Mas os cartazes produzimos hoje mesmo. Ficaram muito bonitos, a Professora Cátia com a ajuda de alguns de nós recortou umas letras coloridas com sobras de E.V.A., também fizemos alguns desenhos em sulfite que colorimos com lápis de cor e colamos no cartaz. Apreciamos o resultado, iremos postar mais tarde uma foto desses cartazes para você poder ver também.
E por falar em postagens, já temos alguns textos bem legais que escrevemos essa semana, e em breve também teremos alguns desenhos que fizemos enfeitando esse nosso espaço...Não deixe de conferir!

Um abraço para vocês! Até o próximo relatório de encontro!

Quinto ano B




sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A princesa que era pobre - Débora Macêdo Borges

Era uma vez uma menina de 11 anos , que gostava muito de um menino de 11 anos também, mas tinha um problema, ele era rico e ela era pobre, mas eles tinham um amigo em comum que torcia
Mas eles tinham um amigo em comum que torcia muito para os dois ficarem juntos.
Mas os dois tinham outra coisa em comum, os dois eram príncipe e princesa. Um dia de tanto ela olhar para ele, ele decidiu pesquisar a vida dela e descobriu que o pai dela foi um rei que deixou uma fortuna para ela.
Ela não sabia e ele a visou, então ela recebeu a fortuna e foi morar com ele no palácio, depois os dois se casarm e foram felizes para sempre.
Fim errado, porque todos nós somos iguais.

Moral da história: A cor, a classe social e o tamanho não tem nada a ver, por isso não despreze uma pessoa por causa da cor, do tamanho, ou qualquer outro motivo. Isso é

Débora Macedo Borges

O lugar onde vivo - Nicolas A. Ferraz de Souza

O lugar onde vivo

O lugar que eu vivo é uma cidade Linda que é famosa pelos peixes bonitos
Lugar é gosto dessa felicidade, desse lugar que pode ser feio ou bonito
E tem muita arara e papagaios é lindo
Que eles são felizes que papagaio que não voa são os filhotes.
E tem muito jacaré mas ficam no Pantanal
Muitos pacotes são de presentes que mandam pelas pessoas pelo correio
Mas é igual a uma fazenda ou um banheiro
Eu vou pelos meus tios que vivem lá
O destino me deu uma casa e uma vida de qualquer gente.

Nicolas Aparecido Ferraz De Souza

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Cesta infinita

Cesta Infinita

Quantos sonhos cabem em uma cesta de livros? 
Quantos amores possíveis ou não?
Quantas aventuras, sentimentos, realidades?
Não sei não, mas acho que uma cesta de livros guarda o infinito...

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Cesta na sexta - Relatório de encontro




Relatório de encontro – Cesta na sexta


Sexta-feira, 17 de agosto de 2012, foi a data do nosso primeiro encontro do projeto Brincar de ler na escola municipal Professora Irma de Lima Matos. Em uma conversa foi apresentada às crianças a proposta do projeto ( que você pode ver na postagem Projeto Brincar de Ler).
 Falamos sobre o conceito de arte enquanto forma de comunicação.  Pois quando um artista pinta um quadro, toca uma música, encena uma história, cinzela uma escultura, escreve sua obra... ele partilha com o mundo seus sentimentos, pontos de vista, ideais. E nós quando nos deparamos com a arte se prestarmos  atenção podemos ouvir a voz do artista falando direto aos nossos sentimentos. Muitas vezes também sentimos vontade de nos expressar, todos temos algo a dizer, por isso resolvemos  que criaríamos esse espaço na internet para fazermos dele uma via de comunicação.
 Um terreno livre, nosso, feito por nós para compartilharmos com o mundo nosso contato com a arte. Dividirmos com você, visitante desse blog, as nossas aventuras nesse universo mágico e infinito que cabe em nossa imaginação.
Outro ponto interessante desse projeto, é que seremos todos protagonistas, adultos e crianças, cada indivíduo em nossos encontros de sexta possuem o poder de criação, escolha e decisão a respeito das questões que forem surgindo.
 Em nosso primeiro encontro já exercemos esse poder sugerindo e escolhendo o nome para esse blog. Por sermos tão inteligentes e criativos muitos nomes bons foram surgindo, fomos anotando no quadro negro, para em seguida elegermos o nome do blog. Sexta da leitura, não foi a nossa primeira escolha, outros nomes foram mais votados. No entanto eram nomes que não estavam disponíveis na rede. Sexta da leitura, porém, percebemos ser um ótimo nome. Nossos encontros acontecerão todas as sextas logo depois do recreio, e também podemos brincar com a palavra sexta que soa igualzinho a sua parente cesta. Imaginamos uma enorme cesta repleta de livros com todas as cores, com  todas as delícias, com todas as histórias...
Depois de escolhermos o nome, escrevemos juntos o nosso perfil, e quem sentiu vontade, escreveu também um comentário sobre o projeto, a escola e o que mais quis. Os comentários estão escritos aí embaixo, dá uma olhadinha pra você ver como estamos satisfeitos com a nossa escola e nossos professores:


“Eu sou aluna do quinto B, eu gosto muito da minha escola, e do meu professor que se chama Sandro Vilmar Cardoso Costa e gosto muito mesmo da minha escola...”
Laura Cristina


“Nós somos do quinto ano da escola Irma de Lima Matos e o nosso professor se chama Sandro Vilmar Cardoso Costa e ele é engraçado, legal, divertido, ou seja, um professor muito legal (o que é raro hoje em dia).
A professora Ângela Fakir é muito legal também, e ela é a mãe de uma colega nossa, a Jamile que também é super legal.
Eu amo a escola, porque tem gente divertida e engraçada ( uma delas sou eu). Também gosto muito de ler e escrever. Meu nome é Débora”
Débora


“Nós somos os pequenos leitores do quinto ano B.”
Bruno Vinícius Henzel


“Eu sou aluna do quinto ano B e meu nome é Ana Lires, gosto muito da minha escola e do meu professor, ele é legal não critica ninguém e o nome dele é Sandro Vilmar Cardoso Costa.”
Ana Lires


“A escola que estudo é boa e os professores são tão bonzinhos, eles ensinam tão bem e quem vir para essa escola vai aprender muito bem”
Emilly


“Nós somos os pequenos da SEXTA DA LEITURA !!!”
Vitor Manoel Silva Sorrilha.


“Eu gostei muito da escola Professora Irma De Lima Matos, porque aqui tem professores que ensinam muito bem bastante coisas e eu e meus colegas estamos felizes e agradecemos o Professor Sandro Vilmar Cardoso Costa, pois vamos  fazer parte do projeto Brincar De Ler com a professora Ângela Fakir e a professora Catia.”
Bruna Maísa Silva De Souza


“Quando eu crescer vou ser um veterinário muito bom para os animais da natureza, vou ser muito bom para as pessoas”
Magno Antunes T. Montezano

“A escola pra mim, além de um lugar em que aprendemos, descobrimos e nos divertimos, é também um lugar de fazer novas amizades. Aqui surgem novos gostos e criamos e recriamos um novo mundo imaginário e divertido. E além disso eu também adoro a escola por causa do meu professor divertido e legal. Ele é um ótimo professor que me faz adorar estar na escola, o nome do meu professor preferido é Sandro Vilmar Cardoso Costa!”
Jamile Salvatini Fakir


“Eu amo a escola Irma De Lima Matos. É uma escola boa e tem gente inteligente. Todo mundo é legal aqui.”
Maria Eduarda.


“Eu sou aluna do quinto B. Eu gosto muito do meu professor pois ele é muito divertido e gosto da minha escola porque é muito legal.”
Márcia Juliany Wulff


“A minha escola é boa e eu acho que essa escola ensina muito bem. Os professoresensinam tão bem que se alguém coloca o filho nessa escola que se chama Irma De Lima Matos, está colocando na escola certa.Por que aqui as escolas publicas são melhores que as escolas que pagam.”
Emily


“Somos alunos do quinto B  da escola Irma De Lima Matos, em Maracaju no Mato Grosso Do Sul”
Vitor Eduardo
 


Encerramos nosso primeiro encontro com a leitura do primeiro capítulo do livro O Menino do espelho (Fernando Sabino), achamos muito engraçado a história da galinha Fernanda, do papagaio delator Godofredo, da cozinheira Alzira e do menino Fernando que contou essa história pra gente. Quem já leu esse livro sabe o que significa “nabacinha”, se você não leu e ficou curioso procura ele em uma biblioteca ou sebo da sua cidade, se achar  vai se divertir como nós que demos muitas risadas com a história...
E se você que está lendo esse nosso relatório conhecer um livro muito legal conta pra gente, é só escrever no espaço de comentários que quem sabe até podemos tentar achar o livro para colocarmos na nossa cesta de leitura para lermos ele na Sexta.
Até a próxima postagem de relatório, onde iremos contar tudo que acontecer  no nosso encontro de sexta!

Um abraço do pessoal do Quinto B!!!

Projeto Brincar De Ler

PROJETO BRINCAR DE LER


JUSTIFICATIVA


“... A literatura pode ser entendida como uma expressão artística, a arte das palavras. Como uma manifestação de sentimentos, sensações, impressões, e como a expressão lírica de um artista da palavra. Ela provoca deleite...”  ( PARREIRAS, NINFA., 2009)

Entendendo a literatura enquanto expressão artística, capaz de como tal provocar sensações, trazer o deleite, vale ressaltarmos uma característica importante que distingue a arte literária das demais. A literatura é arte que impõe ao leitor um pré-requisito, uma condição. Pra essa arte há que se ter a compreensão de um código. É necessário ser alfabetizado.
Dessa forma o contato da criança com a literatura passa pelo intermédio de um adulto. Seja na ação de ler, quando os pequenos ainda não são alfabetizados, seja para viabilizar o acesso da criança ao livro.
O projeto brincar de ler tem por objetivo promover o encontro das crianças com essa arte de maneira lúdica. Daí o nome do projeto evocar o ato de brincar, tão natural a toda criança. Queremos mostrar aos participantes que adentrar ao universo literário pode ser tão prazeroso quanto uma brincadeira.
Sabemos que, em linhas gerais, a literatura desempenha um papel importante no sentido de desalienar a criança, contribuindo para o desenvolvimento de criticidade importante ao exercício de cidadania.
Em nossa proposta, o caminho que a linguagem escrita deverá percorrer é uma forma de interagir, e não meramente a ánalise vazia de um conjunto de informações a cerca do texto lido.
A creditamos que poderemos  realmente levar as crianças a ampliarem e aproximarem seus olhares para a literatura e para a arte de um modo geral. Transformando-os em leitores e escritores, dotados de criticidade, aptos a percepção do belo, hábeis em comunicar-se. Capazes  de tocar e modificar o mundo a sua volta.


SOBRE AS ATIVIDADES


“ Chega mais perto  e contempla as palavras
Cada uma
Tem mil faces secretas sob a face neutra
E te pergunta, sem interesse pela resposta,
Pobre ou terrível que lhe deres:
Trouxeste a chave?”   ( Carlos Drummond De Andrade, 1945)

O trecho do poema “ Procura da Poesia”, nos convida a um encontro com as palavras.  Pedindo ao leitor que as espreite, as quais sabemos podem guardar “sob a face neutra”  riquezas magníficas e inesperadas. As atividades do projeto deverão    acontecer com o intuito de dar aos participantes essa chave, habilitá-los a desfrutar desses tesouros. Didaticamente seguiremos três direções de atividades: a leitura, a produção de textos individuais e coletivos e a publicação desses.
Cabe a escola, além da família,direcionar as crianças a ações que as façam gostar de ler. Assim as atividades de leitura devem priorizar textos que de alguma forma ( humor, fantasia, identificação, expectativa... ) desperte o interesse dos alunos.
É evidente que para que a criança leia um texto e compreenda o que está escrito, não é o bastante decifrar os sons da escrita, e tampouco é suficiente saber apenas o significado individual das palavras. A compreensão de um texto é feita, a partir das relações entre as palavras, as frases, o contexto, as entrelinhas, a interpretação e a vivência do leitor. Os momentos de leitura nos encontros do projeto serão direcionados para possibilitar a compreensão do texto, valorizando as vivências dos participantes bem como a fala dos pequenos.
Em relação às atividades de produção de texto, a proposta  é a de dar voz aos alunos a medida que a linguagem escrita se torne mais familiar e presente em seus cotidianos. Quanto à produção de texto na escola, GERALDI(2002)  apresenta algumas condições necessárias. Segundo ele é preciso que o aluno tenha o que dizer, que tenha uma razão para dizer, que tenha para quem dizer. Que possa constituir-se em sujeito, assumindo a responsabilidade da palavra e que sejam escolhidas estratégias adequadas.
 O intuito da escrita nos encontros do projeto é o de facilitar a produção de textos do aluno, dando-lhe as condições para tornar-se um escritor competente, que cria significados ao invés de simplesmente reproduzir os textos que lê. Portanto essa produção textual deverá ocorrer de forma espontânea, o participante do projeto não irá escrever para receber uma nota, ou atender uma exigência. Antes sim deverá escrever para se comunicar livremente, dar vazão e voz aos seres que vivem em sua imaginação.
Outra abordagem das atividades do projeto, é a publicação dos textos produzidos.   “Escrever é tornar público”, sempre ouvi essa frase de minha mãe, e  hoje percebemos que a linguagem escrita é na sua essência uma via de comunicação onde cabe tudo, dos sentimentos mais ferozes a nobreza do amor. Toda dor e alegria, a mais crua realidade e a mais inusitada fantasia, tudo cabe no universo das palavras. E toda essa miscelânea de sentimentos e realidades se torna dinâmica e viva quando conversa com a vivência do leitor.
Na prática, para promovermos esse diálogo entre a escrita dos participantes e seus possíveis leitores pretendemos fazer uso de duas vias de comunicação: a exposição em murais na escola e também a criação de um blog.
O blog será um espaço para publicação tanto dos escritos dos participantes  quanto de relatórios das demais atividades do projeto, com o intuito de partilhar essa experiência com a comunidade e todos os interessados em educação e cultura, uma vez que a internet é uma mídia capaz de alcançar o mundo todo.
Acreditamos que o blog pode representar instrumento poderoso capaz de integrar a comunidade e a escola, o que certamente irá estreitar os laços,  valorizando o trabalho dos alunos e contribuindo assim para a autoestima das crianças.





CONSIDERAÇÕES FINAIS


 O projeto Brincar de ler, será organizado pelas docentes do sexto semestre de pedagogia, Ângela S. Fakir e Cátia Sartore, de maneira voluntária e livre de quaisquer vínculos empregatícios,  em conjunto com o professor  Sandro Costa. Os encontros do projeto irão acontecer nas dependências da escola todas as sextas com a turma do quinto ano vespertino do referido professor.
Esse documento apenas expões uma proposta inicial de atividades a serem desenvolvidas em prol dos alunos da escola Municipal Irma De Lima Mattos, cabe expressar que o projeto é para os alunos e realizado a partir da participação dos mesmos e da escola como um todo, podendo dessa forma sofrer alterações para se adequar a vontade e realidade dos envolvidos,  a fim de trazer uma melhor experiência às crianças.



BIBLIOGRAFIA


ANDRADE, C. D. A rosa do povo. Rio De Janeiro. J. Olympio, 1945


GERALDI, J. W. ( Org.). O texto na sala de aula: Leitura e produção. Cascavel. Assoeste, 1984.

PARREIRAS, NINFA. Confusão de línguas: o que o adulto escreve, a criança lê. Belo Horizonte, Ed. RHJ, 2009